quinta-feira, 17 de junho de 2010

Castelo Caido

Às profundezas mergulhei, já não enxergo aquela luz que vem lá de cima, mas de baixo vejo pequenos feixes luminosos e estranhos, aposto que não são seres humanos.Tento viver certa poesia em criar um novo mundo, talvez, esse aqui não supra minhas necessidades. Há um peso que esmaga minha coluna e me impulsiona ao chão no mundo real.No mundo que vivo não a dores e nem pecados.As coisas simplesmente acontecem de repente.Os seres do meu mundo nunca te olham como se quisessem lhe atacar ou amenos pensam isto.Todas as noites eu durmo, de olho nas estrelas pedindo algo, olhando e pensando o que pode haver lá, quantos seres novos, quantas leis novas. No mundo real as leis são emitidas o tempo inteiro. Criam até manuais como viver no dia a dia. Com isto limita-se.Um medo vem à tona, o de experimentar coisas novas.Às vezes sinto que o peso do mundo real vem destroçado o meu aos poucos, já não tenho onde me esconder, quase nem onde sonhar.À noite deito sobre as estrelas a imaginar, pois só ali me sinto bem, sobre algo macio que diminui a preção real que o mundo tem sobre minha coluna.Há única a dor.

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