
Toda minha força canalizada em procurar coisas que me façam bem, da ultima vez tão descrente de emoção observei:
Nesse exato momento, me sentindo um posso de raiva . Uma força eminente berra dentro de mim. Uma tal força destrutiva.
Como quem não quisesse nada apenas observei, me calei.
Observo-os falando se enforcando.
Da calçada, meio que do outro lado da rua, vejo todos ao redor apenas se consumindo.
Assim como a mim, só que de certa forma tento consumir ao mesmo e não aos outros seres que ao redor me habitam.
Não consigo mais expressar minhas lágrimas, há muito tempo elas já não caem.
Há muito tempo algo vem guardando aqui dentro forçando e impulsionando tudo para fora.
O espaçamento aqui dentro já não parece ser suficiente, já me parece ser tudo grande de mais para meu corpo. Há uma força eminente que esta a pouco de explodir, no entretanto meu corpo tenta implodir tudo, voltando tudo para dentro.
Já me falta glória pois ela já não me faz mais efeito.
Já me falta beleza pois já esqueci que existe.
Já me falta ganância, porque não me tenho como auto-suficiente.
E que de certa forma sou apenas cínico como qualquer ser. Sei que como qualquer ser que habita ao meu redor, que posso viver sem precisar consumir de alguém, mas renego isso todas as vezes que do mesmo vem a acontecer. Cada vez caminho mais rancoroso e ferido meu corpo já não me suporta mais.
Meu peito cardíaco implode tudo, deis de minha respiração as batidas de meu coração, duas bombas que aqui habitam. E do mesmo ponho-me ao meu lugar de apenas pulso elétrico e me despeço desse texto.
“E que assim sumia meu coração (oito).”
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