
Assim como todo pensador e todo grande capitalista ele sabe que nada é constante.
Ele pode perder ou ganhar, poder ver que as coisas ali mudam.
Santos Dumont tinha em sua cabeceira da cama a tal frase "TUDO PASSA", com isso ao acordar ele caia em si e ao dormir ele também caia em si. Ele entalhou a tal frase para confortar-se e dizer a si mesmo a manha será diferente é constante as coisas boas serão perdidas, as ruim podem ser devastadas como se nunca estivesse passado por ali.
O maior medo do ser humano é a perda, mas não a perda de alguém ou a perda de algo e sim a perda do próprio ser.
Ele cai em si e diz gostar de algo ou alguém, quando não esta bem e sente carência sexual e carência afetiva, então bem nenhum ser do mesmo é completo. Chega há hora de sua vida que não se é mais o mesmo, tentasse berrar expressar até sua ultima gota de si mesmo quando não consegue mais espremer mais uma única gota ele age como se nunca mais fosse espremê-la.
Procura então afeição em outro ser para que possa ter uma nova essência, novos gostos, ações, sensações quando ele já o faz por si mesmo ou o ser ali não tem mais algo para consumir acontecera e ele já não esta a precisar do ser que esta ali ou é aquela velha coisa mostro-me bem pois o ser aqui habita da atenção por querer atenção.
Da Vince procurava expressar sua falta do próprio ser a observar o mundo tentava mostrasse e expressar-se de forma ate feminina em seus quadros e talvez também tivesse medo da tal coisa chamada monotonia a tal que confronta e destrói o ser humano ele necessita de informação.
A necessidade de informação e de viver é o que também nos faz ficar horas vendo filme ou ali em frente um computador tentando absorver e interagir com o mundo.
Os macacos de quem somos os tais descendentes vivem a imitar uns aos outros
A maioria não sabe, mas fazemos o mesmo inconscientemente em nosso cérebro por isso não ficamos a nos imitar por ai bom pelo menos os que controlam suas a si mesmo e as crianças sempre aprendem na base da repetição.
A questão é o ser humano não gosta da constância como forma de viver ele não gosta de ser rico todo dia, ele não gosta de ser pobre todo, dia ele não gosta de pintar um quadro todo dia, ele gosta de ter que obedecer a uma ordem todo dia, então o que fazer quando somos escravos dos próprios e do resto do mundo inteiro acorrentamo-nos uns aos outros como vermes sanguinários e possessivos não enxergarmos mais o que fazemos ali, não vemos mais, não ligamos se sufocamos se agimos de formas erradas e reprimimos um ser não ligamos mais.
Somos apenas copias celenteradas, divididas que acorrentam e destroem cada ser que aqui abita.
E a tal frase ainda continua "TUDO PASSA".

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